Ontem lembrei-me que eu aí até aos meus catorze anos não tinha lá um grande sentido de humor quando as piadinhas eram sobre mim.
Nessa altura não achava lá muita piada porem-se a fazer ou a dizer piadas sobre mim, mas como é óbvio fazia de conta que não me chateava muito com elas. Ao inverso já nessa altura gostava muito de brincar e pôr-me com piadas sobre os colegas de escola.
Nessa altura percebi que tinha que aceitar que os meus colegas brincassem comigo, pois eu fazia o mesmo com eles; e hoje posso dizer que além de aceitar bem as brincadeiras ou as piadas sobre mim ainda me rio com elas.
Quando estava a tirar o curso de contabilidade havia uma colega minha chamada Ângela que não achava lá muita piada quando brincávamos com ela ou dizíamos piadas sobre ela, só que por azar para além de não gostar ainda o manifestava e aí eu ainda a picava mais; mas ao inverso gostava de brincar connosco ou dizer piadas sobre nós.
Foram grandes esses tempos que passei no curso de contabilidade. Ainda no outro dia encontrei uma colega de curso no hi5 e fiquei um pouco a relembrar-me desses velhos tempos.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Férias para breve...
Já passaram quase seis meses desde que passei a acumular dois trabalhos e o mais complicado ao longo deste período foi a imensa falta de tempo para fazer as coisas que mais gosto como por exemplo estar com as amigas (os), ver o meu Porto, acompanhar o futebol e estar mais por dentro da blogosfera.
Neste período o máximo de dias que descansei seguidos foram três dias quando o café aonde tenho o part-time mudou de nome e foi sujeito a uma pequena remodelação. Fora esse curto descanso só parei um dia completo no dia Natal e outro no dia 1 de Janeiro deste ano.
Sinto-me um bocado cansado, mas felizmente estou quase a ir de férias, mais duas semaninhas e estou de férias dos dois trabalhos durante uma semana inteira.
Vou aproveitar para ir até à casa do meu tio que mora no Rogil em Aljezur, pois já há uns meses que ele me anda a dizer para eu ir lá passar uns dias.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
Neste período o máximo de dias que descansei seguidos foram três dias quando o café aonde tenho o part-time mudou de nome e foi sujeito a uma pequena remodelação. Fora esse curto descanso só parei um dia completo no dia Natal e outro no dia 1 de Janeiro deste ano.
Sinto-me um bocado cansado, mas felizmente estou quase a ir de férias, mais duas semaninhas e estou de férias dos dois trabalhos durante uma semana inteira.
Vou aproveitar para ir até à casa do meu tio que mora no Rogil em Aljezur, pois já há uns meses que ele me anda a dizer para eu ir lá passar uns dias.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
"O Filho de Odin"
João Zuzarte Reis Piedade
Pelo Natal ofereceram-me este livro e depois de o ler chego à conclusão que o mesmo tem alguns bons condimentos, tais como imaginação e fantasia.
No entanto também denoto que este livro tem grandes lacunas no desenvolvimento da história e na explicação de muitos dos factores que vão acontecendo ao longo da mesma, mas tal deve dever-se ao facto do escritor ser ainda muito jovem e estar a iniciar-se nestas lides.
Já li em outros espaços de debate fortes críticas ao autor, e acho que apesar de terem um bocado de razão em algumas partes, acho que as mesmas são mais movidas pelo facto de o autor ter saído da classe alta, pois se o mesmo fosse da classe pobre teriam enaltecido a seu livro ao invés de o criticar.
Na minha opinião ele ainda tem muito a aprender e a sua escrita terá que ter muito mais consistência e coerência de ideias do que as que pôs neste primeiro livro.
Um abraço e boa semana,
Pedro Gonçalves.
Pelo Natal ofereceram-me este livro e depois de o ler chego à conclusão que o mesmo tem alguns bons condimentos, tais como imaginação e fantasia.
No entanto também denoto que este livro tem grandes lacunas no desenvolvimento da história e na explicação de muitos dos factores que vão acontecendo ao longo da mesma, mas tal deve dever-se ao facto do escritor ser ainda muito jovem e estar a iniciar-se nestas lides.
Já li em outros espaços de debate fortes críticas ao autor, e acho que apesar de terem um bocado de razão em algumas partes, acho que as mesmas são mais movidas pelo facto de o autor ter saído da classe alta, pois se o mesmo fosse da classe pobre teriam enaltecido a seu livro ao invés de o criticar.
Na minha opinião ele ainda tem muito a aprender e a sua escrita terá que ter muito mais consistência e coerência de ideias do que as que pôs neste primeiro livro.
Um abraço e boa semana,
Pedro Gonçalves.
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Ponte da Barca
Eu sou natural do concelho de Ponte da Barca, da freguesia de Paço Vedro de Magalhães. Segue um breve trecho sobre o concelho.
Ponte da Barca é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 300 habitantes.
É sede de um município com 184,76 km² de área e 12 909 habitantes (2001), subdividido em 25 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arcos de Valdevez, a leste pela Espanha, a sul por Terras de Bouro e Vila Verde e a oeste por Ponte de Lima.
O concelho recebeu foral de D. Teresa em 1125.
Alguns dados do Concelho:
Área: 184,76 km²
População: 12 909 hab. (2001)
Densidade populacional: 70 hab./km²
Número de freguesias: 25
Fundação do município(ou foral): 1125
Região: Norte
Sub-região: Minho-Lima
Distrito: Viana do Castelo
Antiga província: Minho
Orago: São João Baptista
Feriado municipal: 24 de Agosto
Código postal: 4980
Sítio oficial: http://www.pontedabarca.com.pt
Fonte: Wikipédia.
Ponte da Barca é uma vila portuguesa no Distrito de Viana do Castelo, região Norte e subregião do Minho-Lima, com cerca de 2 300 habitantes.
É sede de um município com 184,76 km² de área e 12 909 habitantes (2001), subdividido em 25 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Arcos de Valdevez, a leste pela Espanha, a sul por Terras de Bouro e Vila Verde e a oeste por Ponte de Lima.
O concelho recebeu foral de D. Teresa em 1125.
Alguns dados do Concelho:
Área: 184,76 km²
População: 12 909 hab. (2001)
Densidade populacional: 70 hab./km²
Número de freguesias: 25
Fundação do município(ou foral): 1125
Região: Norte
Sub-região: Minho-Lima
Distrito: Viana do Castelo
Antiga província: Minho
Orago: São João Baptista
Feriado municipal: 24 de Agosto
Código postal: 4980
Sítio oficial: http://www.pontedabarca.com.pt
Fonte: Wikipédia.
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007
Coisas de Homens...
Há coisas engraçadas nesta sociedade sendo que uma delas é a incapacidade do homem em admitir que gosta de coisas que a generalidade dos outros homens acha que são coisas de mulher ou de maricas.
Desde músicas mais soft ou que as gajas é que costumam ouvir, passando por uma panóplia de coisas e acabando em ler revistas feitas para mulheres.
De certeza já se perguntaram porque é que quase todos os homens escondem esses pormenores; e a resposta é óbvia; os homens escondem esses pormenores pelo simples facto de aos olhos dos outros homens serem logo apelidados de maricas.
Claro que nos seus recônditos quase todos os homens já ouviram músicas de mulheres ou já leram revistas de mulheres, e em público já se vestiram com cores mais berrantes ou chegaram a um qualquer café e pediram um chá; não querem mas é admiti-lo.
Um Abraço e bom Carnaval,
Pedro Gonçalves.
Desde músicas mais soft ou que as gajas é que costumam ouvir, passando por uma panóplia de coisas e acabando em ler revistas feitas para mulheres.
De certeza já se perguntaram porque é que quase todos os homens escondem esses pormenores; e a resposta é óbvia; os homens escondem esses pormenores pelo simples facto de aos olhos dos outros homens serem logo apelidados de maricas.
Claro que nos seus recônditos quase todos os homens já ouviram músicas de mulheres ou já leram revistas de mulheres, e em público já se vestiram com cores mais berrantes ou chegaram a um qualquer café e pediram um chá; não querem mas é admiti-lo.
Um Abraço e bom Carnaval,
Pedro Gonçalves.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2007
À Tua Memória Mano
Há oito anos atrás vivia, por cima de um café junto à estrada, com a minha família em Cavadas, Paço Vedro de Magalhães em Ponte da Barca e nesse tempo estava eu no 2º ano do curso de Técnico de Contabilidade e Gestão em Mazagão – Braga.
Dia 13 de Fevereiro de 1999, era um sábado e aí mais para o fim da manhã veio a minha mãe acordar-me a dizer que o meu irmão estava a jogar à bola e que a bola foi para a estrada e ele foi atrás dela, sendo vítima de um brutal atropelamento. Foi uma das semanas mais duras e ingratas até hoje na minha vida, e se pudesse mudar algo na minha vida era de certeza esse dia que mudava.
Naquela altura a música dava-me uma certa serenidade e calma interior e ainda me lembro de duas das músicas que na altura eu ouvia bué, era a “Life” da Des`ree e o “Big Big World” da Emilia Rydberg.
No domingo da semana a seguir, dia 21 de Fevereiro de 1999, ligaram do hospital de S. João no Porto aí por volta das 6.30h da manhã a dizer que ele tinha falecido, e lembra-me que chorei um bom bocado. O meu irmão chamava-se Marco Paulo Gomes Gonçalves.
No funeral dele tive que ficar com o meu pai e não acompanhei o funeral, pois o meu pai ficou bastante perturbado com a morte dele.
Eu conheço o rapaz que o atropelou, chama-se Paulo, e de início até falei com ele na boa, mas mais tarde quando o via sentia uma certa raiva dele, talvez por sentir que esta vida por vezes é muito injusta. Hoje se o voltar a ver já o encaro com outros olhos.
A Religião Católica diz-nos que há um Deus (as outras também dizem que o há, mas eu falo da católica porque foi nela que eu foi educado), mas já faz hoje quase oito anos que toda a minha fé e esperança nesse Deus se perderam definitivamente, pois foi nesta data que começou o princípio do fim da vida de meu irmão Marco.
O Marco era um miúdo espectacular, bondoso e muito bem-educado com as outras pessoas; que gostava imenso de jogar à bola e de andar sempre com o nosso outro irmão, o Rui (um ano mais novo) e com um outro amigo deles chamado Marcos (este miúdo é surdo-mudo), que eles carinhosamente chamavam “Mátitos”.
Deles os dois com quem tinha mais afinidades era com o Marco, talvez por ele ter uma personalidade mais parecida com a minha; sendo que passava alguns dos tempos livres com ele a jogar à bola ou a conversar. Se tivesse continuado cá ter-se-ia tornado, não tenho dúvidas disso, um grande homem.
Eu já uns dois ou três anos antes desse trágico acontecimento colocava em causa a existência desse mesmo Deus, tendo em conta todas as injustiças que são perpetradas por esse Mundo fora.
Como é óbvio tenho perfeita consciência que a causa de todas as injustiças e males que existem no mundo são pura e exclusivamente culpa do homem, mas a existir esse Deus talvez ele fizesse uma pequena luzinha aos homens que tendem a tentar autodestruir-se e a destruir os outros, de molde a que os colocasse no caminho correcto.
É por demais óbvio que se esse Deus existisse, esperaria que eu tivesse mais de cinco anos para ver o meu avô falecer com pouco mais de cinquenta anos vítima de atropelamento perto de casa; não deixaria que o meu irmão deixasse este mundo com apenas doze anos, também atropelado a poucos metros de onde o meu avô o havia sido e muito menos deixaria acontecer coisas iguais ou piores a outras pessoas.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
Dia 13 de Fevereiro de 1999, era um sábado e aí mais para o fim da manhã veio a minha mãe acordar-me a dizer que o meu irmão estava a jogar à bola e que a bola foi para a estrada e ele foi atrás dela, sendo vítima de um brutal atropelamento. Foi uma das semanas mais duras e ingratas até hoje na minha vida, e se pudesse mudar algo na minha vida era de certeza esse dia que mudava.
Naquela altura a música dava-me uma certa serenidade e calma interior e ainda me lembro de duas das músicas que na altura eu ouvia bué, era a “Life” da Des`ree e o “Big Big World” da Emilia Rydberg.
No domingo da semana a seguir, dia 21 de Fevereiro de 1999, ligaram do hospital de S. João no Porto aí por volta das 6.30h da manhã a dizer que ele tinha falecido, e lembra-me que chorei um bom bocado. O meu irmão chamava-se Marco Paulo Gomes Gonçalves.
No funeral dele tive que ficar com o meu pai e não acompanhei o funeral, pois o meu pai ficou bastante perturbado com a morte dele.
Eu conheço o rapaz que o atropelou, chama-se Paulo, e de início até falei com ele na boa, mas mais tarde quando o via sentia uma certa raiva dele, talvez por sentir que esta vida por vezes é muito injusta. Hoje se o voltar a ver já o encaro com outros olhos.
A Religião Católica diz-nos que há um Deus (as outras também dizem que o há, mas eu falo da católica porque foi nela que eu foi educado), mas já faz hoje quase oito anos que toda a minha fé e esperança nesse Deus se perderam definitivamente, pois foi nesta data que começou o princípio do fim da vida de meu irmão Marco.
O Marco era um miúdo espectacular, bondoso e muito bem-educado com as outras pessoas; que gostava imenso de jogar à bola e de andar sempre com o nosso outro irmão, o Rui (um ano mais novo) e com um outro amigo deles chamado Marcos (este miúdo é surdo-mudo), que eles carinhosamente chamavam “Mátitos”.
Deles os dois com quem tinha mais afinidades era com o Marco, talvez por ele ter uma personalidade mais parecida com a minha; sendo que passava alguns dos tempos livres com ele a jogar à bola ou a conversar. Se tivesse continuado cá ter-se-ia tornado, não tenho dúvidas disso, um grande homem.
Eu já uns dois ou três anos antes desse trágico acontecimento colocava em causa a existência desse mesmo Deus, tendo em conta todas as injustiças que são perpetradas por esse Mundo fora.
Como é óbvio tenho perfeita consciência que a causa de todas as injustiças e males que existem no mundo são pura e exclusivamente culpa do homem, mas a existir esse Deus talvez ele fizesse uma pequena luzinha aos homens que tendem a tentar autodestruir-se e a destruir os outros, de molde a que os colocasse no caminho correcto.
É por demais óbvio que se esse Deus existisse, esperaria que eu tivesse mais de cinco anos para ver o meu avô falecer com pouco mais de cinquenta anos vítima de atropelamento perto de casa; não deixaria que o meu irmão deixasse este mundo com apenas doze anos, também atropelado a poucos metros de onde o meu avô o havia sido e muito menos deixaria acontecer coisas iguais ou piores a outras pessoas.
Para sempre ficarão as saudades e a lembrança de ti, mano.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
Referendo IVG
Do referendo de ontem tirando a esperada e concludente vitória do sim, fica na retina o elevado número de eleitores que se abstiveram.
ELEITORES QUE SE ABSTIVERAM - 4 981 015
ELEITORES QUE VOTARAM - 3 851 613
SIM - 2 238 053
NÃO - 1 539 075
Em relação ao último referendo a abstenção diminuiu consideravelmente, mas mesmo assim ainda não diminuiu para números razoáveis, pois basta ver que mais de metade da população eleitora se absteve de participar neste referendo em que se tratava de um assunto extremamente importante para a sociedade portuguesa.
Talvez com o passar dos anos e com uma juventude mais dinâmica e aguerrida estes números possam vir a mudar, assim eu o espero.
Um Abraço e Boa Semana,
Pedro Gonçalves.
ELEITORES QUE SE ABSTIVERAM - 4 981 015
ELEITORES QUE VOTARAM - 3 851 613
SIM - 2 238 053
NÃO - 1 539 075
Em relação ao último referendo a abstenção diminuiu consideravelmente, mas mesmo assim ainda não diminuiu para números razoáveis, pois basta ver que mais de metade da população eleitora se absteve de participar neste referendo em que se tratava de um assunto extremamente importante para a sociedade portuguesa.
Talvez com o passar dos anos e com uma juventude mais dinâmica e aguerrida estes números possam vir a mudar, assim eu o espero.
Um Abraço e Boa Semana,
Pedro Gonçalves.
sábado, 10 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2007
Para ti.
Mano
Leonardo
Mano, você é meu sangue, mais que um amigo
Me dizia coisas que até hoje eu sigo
E será pra sempre um pedaço de mim
Mano, cantar ao seu lado me deixou orgulhoso
Agradeço a Deus, foi maravilhoso
Eu sempre sonhei com imagens assim
Mano, eu me lembro do nosso pequeno universo
O primeiro acorde, os primeiros versos
Parei pra pensar hoje no camarim
Juntos, nós fomos a voz de uma linda canção
Digo a você lá do fundo do meu coração
Nossa missão foi cantar e levar alegria
Mano, você é a letra, eu sou a melodia
Mano, você sempre foi mais que um companheiro
Nas horas difíceis foi tão verdadeiro
Me deu a certeza que no fim vou vencer
Todas as dificuldades, muralhas, barreiras
Você me dizia que depois da poeira
Um lindo horizonte vai aparecer
Mano, as suas palavras me fizeram de aço
E hoje eu sei que em tudo que eu faço
Eu posso cantar e contar com você
Juntos, nós fomos a voz de uma linda canção
Digo a você lá do fundo do meu coraçãoNossa missão foi cantar e levar alegria
Mano, você é a letra, eu sou a melodia (2x)
Mano, você é a letra, eu sou a melodia
Mano, você é a letra, eu sou a melodia.
Via: http://www.letras.mus.br/
Leonardo
Mano, você é meu sangue, mais que um amigo
Me dizia coisas que até hoje eu sigo
E será pra sempre um pedaço de mim
Mano, cantar ao seu lado me deixou orgulhoso
Agradeço a Deus, foi maravilhoso
Eu sempre sonhei com imagens assim
Mano, eu me lembro do nosso pequeno universo
O primeiro acorde, os primeiros versos
Parei pra pensar hoje no camarim
Juntos, nós fomos a voz de uma linda canção
Digo a você lá do fundo do meu coração
Nossa missão foi cantar e levar alegria
Mano, você é a letra, eu sou a melodia
Mano, você sempre foi mais que um companheiro
Nas horas difíceis foi tão verdadeiro
Me deu a certeza que no fim vou vencer
Todas as dificuldades, muralhas, barreiras
Você me dizia que depois da poeira
Um lindo horizonte vai aparecer
Mano, as suas palavras me fizeram de aço
E hoje eu sei que em tudo que eu faço
Eu posso cantar e contar com você
Juntos, nós fomos a voz de uma linda canção
Digo a você lá do fundo do meu coraçãoNossa missão foi cantar e levar alegria
Mano, você é a letra, eu sou a melodia (2x)
Mano, você é a letra, eu sou a melodia
Mano, você é a letra, eu sou a melodia.
Via: http://www.letras.mus.br/
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
Muhammad Yunus
Foi-lhe atribuido em 2006 o Prémio Nobel da Paz pelo trabalho levado a cabo ao longo de quase três décadas no combate à pobreza. Criou e implementou o conceito do microcrédito, que residia em conceder crédito não aos pequenos produtores, mas sim às populações pobres que não têm acesso a qualquer tipo de crédito.
"Morando no Bangladesh, um pequeno país no subcontinente Indiano, com 130 milhões de habitantes, uma renda per capita de cerca de US$ 300 e com 62% da população analfabeta - para onde retornou após ter estudado economia nos Estados Unidos, como bolsista do programa Fulbright - o Professor Yunus lecionava Teoria Econômica na Universidade Chittagong, enquanto tentava descobrir como poderia utilizar tanta "teoria" para resolver o simples problema das pessoas que morriam famintas a seu redor.
Yunus atribui a origem de sua visão a um encontro fortuito, em Jobra, com Sufia Begum, uma jovem de 21 anos que lutava desesperadamente para sobreviver. Para poder trabalhar Sufia tinha tomado emprestado cerca de 25 centavos de dólar americano a um agiota de seu bairro, que lhe cobrava juros de 10% ao dia. Com esse dinheiro, Sufia comprava bambu para fazer tamboretes. De acordo com o "contrato de empréstimo", Sufia era obrigada a vender seus tamboretes exclusivamente ao agiota que lhe financiara e que pagava um valor muito abaixo do valor de mercado. Assim Sufia conseguia obter um "lucro" de cerca de 2 centavos de dólar. Para todos os efeitos a condição de trabalho de Sufia era equivalente à de escravo.
Yunus encontrou 42 mulheres em Jobra nas mesmas condições e resolveu, ele mesmo, emprestar-lhes seu próprio dinheiro a taxas bancárias normais. Inicialmente emprestou 27 dólares, aproximadamente 62 centavos por tomadora.
Surpreendentemente, Yunus recebeu de volta, com pontualidade, o capital e os juros de todos os empréstimos que fizera Isso lhe deu a idéia que talvez fosse possível expandir esse processo."
Partindo desta ideia inicial, "entre o período de 1976 a 1979 o Professor Yunus expandiu esse tipo de operação em Jobra e nos vilarejos vizinhos. Em 1979 o projeto de Yunus obteve o apoio do Banco Central do Bangladesh, bem como dos bancos comerciais que haviam sido nacionalizados, extendendo-se para o distrito de Tangail, no norte de Dhaka, a capital do Bangladesh. Obtendo sucesso também em Tangail o projeto foi ampliado para outros distritos no país.
Em outubro de 1983 o projeto do "Grameencredit" (crédito rural, em bengali) deu origem ao Grameen Bank , ou Banco Rural. Hoje em dia 90% das ações Grameen Bank pertencem às populações rurais pobres que ele serve e 10% ao governo de Bangladesh."
Yunus poderia ter sido um dos mais importantes homens na Economia norte-americana, mas preferiu abdicar disso em prol de uma causa na qual acreditava. Se como Yunus existissem mais pessoas a lutar em prol da erradicação da pobreza, de certeza que a mesma já não existiria.
Bem haja por existir e por ter tido a coragem de seguir em frente com essa causa.
Fonte: Wikipédia.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
"Morando no Bangladesh, um pequeno país no subcontinente Indiano, com 130 milhões de habitantes, uma renda per capita de cerca de US$ 300 e com 62% da população analfabeta - para onde retornou após ter estudado economia nos Estados Unidos, como bolsista do programa Fulbright - o Professor Yunus lecionava Teoria Econômica na Universidade Chittagong, enquanto tentava descobrir como poderia utilizar tanta "teoria" para resolver o simples problema das pessoas que morriam famintas a seu redor.
Yunus atribui a origem de sua visão a um encontro fortuito, em Jobra, com Sufia Begum, uma jovem de 21 anos que lutava desesperadamente para sobreviver. Para poder trabalhar Sufia tinha tomado emprestado cerca de 25 centavos de dólar americano a um agiota de seu bairro, que lhe cobrava juros de 10% ao dia. Com esse dinheiro, Sufia comprava bambu para fazer tamboretes. De acordo com o "contrato de empréstimo", Sufia era obrigada a vender seus tamboretes exclusivamente ao agiota que lhe financiara e que pagava um valor muito abaixo do valor de mercado. Assim Sufia conseguia obter um "lucro" de cerca de 2 centavos de dólar. Para todos os efeitos a condição de trabalho de Sufia era equivalente à de escravo.
Yunus encontrou 42 mulheres em Jobra nas mesmas condições e resolveu, ele mesmo, emprestar-lhes seu próprio dinheiro a taxas bancárias normais. Inicialmente emprestou 27 dólares, aproximadamente 62 centavos por tomadora.
Surpreendentemente, Yunus recebeu de volta, com pontualidade, o capital e os juros de todos os empréstimos que fizera Isso lhe deu a idéia que talvez fosse possível expandir esse processo."
Partindo desta ideia inicial, "entre o período de 1976 a 1979 o Professor Yunus expandiu esse tipo de operação em Jobra e nos vilarejos vizinhos. Em 1979 o projeto de Yunus obteve o apoio do Banco Central do Bangladesh, bem como dos bancos comerciais que haviam sido nacionalizados, extendendo-se para o distrito de Tangail, no norte de Dhaka, a capital do Bangladesh. Obtendo sucesso também em Tangail o projeto foi ampliado para outros distritos no país.
Em outubro de 1983 o projeto do "Grameencredit" (crédito rural, em bengali) deu origem ao Grameen Bank , ou Banco Rural. Hoje em dia 90% das ações Grameen Bank pertencem às populações rurais pobres que ele serve e 10% ao governo de Bangladesh."
Yunus poderia ter sido um dos mais importantes homens na Economia norte-americana, mas preferiu abdicar disso em prol de uma causa na qual acreditava. Se como Yunus existissem mais pessoas a lutar em prol da erradicação da pobreza, de certeza que a mesma já não existiria.
Bem haja por existir e por ter tido a coragem de seguir em frente com essa causa.
Fonte: Wikipédia.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Gripe das Aves II
Como já tinha dito em tempos a gripe das aves não iria dar em quase nada. Passado estes meses todos volta-se a falar da mesma, porque milhares de portugueses que trabalham nos 57 aviários da empresa Bernard Mat-thews, que sofreu um surto de gripe das aves nas suas instalações de Holton, no sudeste de Inglaterra, correm o risco de perder os empregos.
Como se vê o risco maior desta epidemia são os danos colaterais que a mesma pode causar, e não os danos directos.
Fonte: Correio da Manhã.
Um Abraço e boa semana.
Como se vê o risco maior desta epidemia são os danos colaterais que a mesma pode causar, e não os danos directos.
Fonte: Correio da Manhã.
Um Abraço e boa semana.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2007
Illegal by Shakira
Ontem na Rádio Comercial ouvi esta música e realmente a Shakira não pára de me surpreender, conseguindo sempre criar músicas que igualam as anteriores ou que as superam. A guitarra inconfundível do Carlos Santana dá um toque especial a esta música.
Ps.: Esta é para ti Shakira...
segunda-feira, 29 de janeiro de 2007
Mutilação Genital Feminina (MGF)
Khady Koita é presidente da Rede Europeia de Luta Contra a Mutilação Genital e têm levado a cabo uma cruzada contra a mesma, tendo escrito um livro intitulado “Khady Mutilada” em que conta a barbárie a que foi submetida.
”Todos os anos 2 milhões de raparigas são excisadas.130 milhões de mulheres foram já submetidas a estas mutilações em todo o mundo. Segundo as vozes da tradição, a excisão aumenta a fecundidade das mulheres, garante a pureza e virgindade de uma jovem bem como a fidelidade de uma esposa… Na realidade, esta mutilação bárbara põe em perigo a vida das jovens raparigas que a ela são submetidas, priva-as do prazer e destrói para sempre as suas vidas enquanto mulheres.O testemunho de Khady é o de uma criança que, aos sete anos, viveu este pesadelo e que, uma vez mulher, tomou consciência da barbárie desta prática. É o percurso de uma sobrevivente que denuncia, com uma coragem extraordinária, aquilo que teve de suportar, uma militante que luta sem descanso para salvar as crianças do horror que ela própria foi obrigada a viver.”
Fonte: Livro Khady Mutilada
Estou a ler este livro e já li um outro da Souad; Queimada Viva; em que a escritora conta como na Cisjordânia a família a queimou viva só porque engravidou antes de casar, e como não morreu logo a mãe ainda foi ao hospital para a tentar matar.
São impressionantes as barbaridades que em pleno século XXI ainda se cometem em nome das tradições.
Um Abraço e boa semana,
Pedro Gonçalves.
”Todos os anos 2 milhões de raparigas são excisadas.130 milhões de mulheres foram já submetidas a estas mutilações em todo o mundo. Segundo as vozes da tradição, a excisão aumenta a fecundidade das mulheres, garante a pureza e virgindade de uma jovem bem como a fidelidade de uma esposa… Na realidade, esta mutilação bárbara põe em perigo a vida das jovens raparigas que a ela são submetidas, priva-as do prazer e destrói para sempre as suas vidas enquanto mulheres.O testemunho de Khady é o de uma criança que, aos sete anos, viveu este pesadelo e que, uma vez mulher, tomou consciência da barbárie desta prática. É o percurso de uma sobrevivente que denuncia, com uma coragem extraordinária, aquilo que teve de suportar, uma militante que luta sem descanso para salvar as crianças do horror que ela própria foi obrigada a viver.”
Fonte: Livro Khady Mutilada
Estou a ler este livro e já li um outro da Souad; Queimada Viva; em que a escritora conta como na Cisjordânia a família a queimou viva só porque engravidou antes de casar, e como não morreu logo a mãe ainda foi ao hospital para a tentar matar.
São impressionantes as barbaridades que em pleno século XXI ainda se cometem em nome das tradições.
Um Abraço e boa semana,
Pedro Gonçalves.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2007
Impostos
Os nossos "amigos" lá do governo não brincam em serviço, senão vejam. No Imposto Sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, vulgarmente designado por IRS, tinham até Junho (trabalhadores por conta de outrém) para nos reembolsarem o dinheiro que havia sido retido na fonte no caso de possuirmos despesas que levassem a tal. A partir do próximo ano, na declaração de IRS referente a 2006, passam a ter até 31 de Agosto.
Não acham que ficarem lá 8 meses com o nosso dinheiro é tempo a mais?
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
Não acham que ficarem lá 8 meses com o nosso dinheiro é tempo a mais?
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
Cappuccino Rápido
Hoje na rúbrica Conversas de Café do blogue Kontrastes 2.0 sou o convidado para uma conversa sobre a blogosfera.
O autor do blogue, o Sr. João Ferreira Dias, têm mantido conversas informais via e-mail com os mais diversos bloggers, publicando depois as mesmas no seu blogue no tópico Conversas de Café. Acho que é uma boa maneira de conhecer-mos quem está por detrás dos blogues e o que os move a escrever.
Podem dar lá um saltinho e verem a conversa que tivemos, e aproveitem para ver o resto do blog pois é um blog com um excelente conteúdo.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
O autor do blogue, o Sr. João Ferreira Dias, têm mantido conversas informais via e-mail com os mais diversos bloggers, publicando depois as mesmas no seu blogue no tópico Conversas de Café. Acho que é uma boa maneira de conhecer-mos quem está por detrás dos blogues e o que os move a escrever.
Podem dar lá um saltinho e verem a conversa que tivemos, e aproveitem para ver o resto do blog pois é um blog com um excelente conteúdo.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
Ensaio Sobre A Lucidez.

Um livro; escrito com a habitual inteligência e ironia a que José Saramago já nos habituou; que dá imenso que pensar sobre o modelo eleitoral que vigora por exemplo no nosso país e as condicionantes que uma votação dessas poderia acarretar, pois ao votar em branco estaríamos a dizer que de todos os candidatos nenhum era suficientemente bom para gerir os destinos do país.
"Numa cidade, capital de um país, os eleitores cansados com a política vigente votam em branco no decorrer de uma eleição. Estranhamente, não houve uma mobilização para o facto. A partir daqui desenvolve-se o trama do livro. O governo e as autoridades deixam a cidade entregue a si própria, abandonando-a e isolando-a. Neste livro, Saramago desenvolve uma crítica mordaz às instituições do poder político." Fonte wikipédia
Um Abraço e boa semana,
Pedro Gonçalves.
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
Quem Pode Pode...Quem Não Pode Sai de Cima...
Neste país quem pode manda, faz e nós temos que resignar-nos a isso pois o insurgirmo-nos contra não nos irá trazer nada em troca a não ser problemas.
À entrada de Loulé, na Avenida Andrade de Sousa, no sentido Quarteira/Loulé, após a saída da via rápida (Via essa em que se pode circular a 120 Km/h) que liga a Franqueada a Loulé estavam colocadas duas placas de sinalização de velocidade. Estava colocada uma de 70 Km/h e passados sensivelmente 20 metros; se tantos; uma outra a indicar a velocidade limite de 50 Km/h.
Já toda a gente que passa por aquele local tinha chegado à conclusão que não tinha o mínimo cabimento um condutor ter que abrandar repentinamente para menos de metade da velocidade a que podia circular num espaço tão curto. Claro que aquela situação só poderia sugerir que as placas tinham sido colocadas assim com um intuito, a caça à multa.
E no dia 21 de Dezembro ela chegou mesmo, em jeito de prenda de Natal antecipada, pelas mãos da mui bem informada Brigada de Trânsito da GNR de Albufeira. Deslocaram-se os referidos senhores ao local anteriormente designado com o propósito de sacar as ditas multas, mas não é que tiveram azar, mandaram logo parar e autuaram o mui nobre presidente da Junta de Freguesia de São Sebastião Sr. Horácio Piedade (o local da operação fica nesta freguesia). Claro que no dia a seguir a situação foi logo corrigida e a placa voltou ao local aonde sempre deveria ter estado, 150 metros acima na Avenida Andrade de Sousa.
Como se vê, esta situação só foi corrigida para o Sr. Horácio Piedade ficar ileso de sofrer mais consequências para além do pagamento da multa (poderia ficar inibido de conduzir de um a doze meses), pois “a partir do momento em que a alteração foi efectuada vai aplicar-se a lei mais favorável aos infractores, para os casos que ainda não transitaram em julgado".
Um Abraço e bom fim-de-semana,
Pedro Gonçalves.
Ps.: Claro que se o Sr. Presidente não tivesse sido "apanhado" nunca mais mudavam aquela situação, e todos os condutores estariam sujeitos a mais uma injustiça.
À entrada de Loulé, na Avenida Andrade de Sousa, no sentido Quarteira/Loulé, após a saída da via rápida (Via essa em que se pode circular a 120 Km/h) que liga a Franqueada a Loulé estavam colocadas duas placas de sinalização de velocidade. Estava colocada uma de 70 Km/h e passados sensivelmente 20 metros; se tantos; uma outra a indicar a velocidade limite de 50 Km/h.
Já toda a gente que passa por aquele local tinha chegado à conclusão que não tinha o mínimo cabimento um condutor ter que abrandar repentinamente para menos de metade da velocidade a que podia circular num espaço tão curto. Claro que aquela situação só poderia sugerir que as placas tinham sido colocadas assim com um intuito, a caça à multa.
E no dia 21 de Dezembro ela chegou mesmo, em jeito de prenda de Natal antecipada, pelas mãos da mui bem informada Brigada de Trânsito da GNR de Albufeira. Deslocaram-se os referidos senhores ao local anteriormente designado com o propósito de sacar as ditas multas, mas não é que tiveram azar, mandaram logo parar e autuaram o mui nobre presidente da Junta de Freguesia de São Sebastião Sr. Horácio Piedade (o local da operação fica nesta freguesia). Claro que no dia a seguir a situação foi logo corrigida e a placa voltou ao local aonde sempre deveria ter estado, 150 metros acima na Avenida Andrade de Sousa.
Como se vê, esta situação só foi corrigida para o Sr. Horácio Piedade ficar ileso de sofrer mais consequências para além do pagamento da multa (poderia ficar inibido de conduzir de um a doze meses), pois “a partir do momento em que a alteração foi efectuada vai aplicar-se a lei mais favorável aos infractores, para os casos que ainda não transitaram em julgado".
Um Abraço e bom fim-de-semana,
Pedro Gonçalves.
Ps.: Claro que se o Sr. Presidente não tivesse sido "apanhado" nunca mais mudavam aquela situação, e todos os condutores estariam sujeitos a mais uma injustiça.
Convite.
João Ferreira Dias no âmbito do seu estágio está a organizar uma exposição, aproveitando as faculdades concedidas pelos blogues para proceder à divulgação da mesma e ao convite a todos os interessados a comparecer. Já sabem, quem puder compareça.

terça-feira, 16 de janeiro de 2007
Super Columbine Massacre
Ontem ao ler o Correio da Manhã reparei com mais um insólito. Em 1999 foi levado a cabo por dois adolescentes um massacre numa escola no Estado de Columbine nos Estados Unidos, do qual resultou a morte de 12 alunos e um professor, acabando os dois adolescentes por se suicidarem em seguida.
Até aqui nada de anormal, mas vai que houve um dos alunos; auto intitula-se como Columbine; que frequentava essa escola na altura do massacre decidiu recriar o mesmo num videojogo de nome “Super Columbine Massacre” que está disponível na Internet para download.
Além do mau gosto e da ofensa para os familiares das vítimas do massacre, pode vir a incentivar as crianças e os adolescentes a ter comportamentos violentos e a tentar transpor para a realidade as acções que decorrem no jogo.
Há cada vez mais uma grande tendência para a produção e comercialização deste tipo de jogos onde a violência impera; já nada é como dantes onde jogos como o Super Mário, Tetris, Pinball ou similares tinham espaço no mercado e faziam parte do quotidiano da minha geração.
Os pais devem ter cuidado e restringir ao mínimo os jogos aonde exista violência, e em vez desses oferecer jogos aos filhos como Football Manager, Fifa, Rally ou jogos educativos.
Um abraço e boa semana,
Pedro Gonçalves.
Até aqui nada de anormal, mas vai que houve um dos alunos; auto intitula-se como Columbine; que frequentava essa escola na altura do massacre decidiu recriar o mesmo num videojogo de nome “Super Columbine Massacre” que está disponível na Internet para download.
Além do mau gosto e da ofensa para os familiares das vítimas do massacre, pode vir a incentivar as crianças e os adolescentes a ter comportamentos violentos e a tentar transpor para a realidade as acções que decorrem no jogo.
Há cada vez mais uma grande tendência para a produção e comercialização deste tipo de jogos onde a violência impera; já nada é como dantes onde jogos como o Super Mário, Tetris, Pinball ou similares tinham espaço no mercado e faziam parte do quotidiano da minha geração.
Os pais devem ter cuidado e restringir ao mínimo os jogos aonde exista violência, e em vez desses oferecer jogos aos filhos como Football Manager, Fifa, Rally ou jogos educativos.
Um abraço e boa semana,
Pedro Gonçalves.
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