
segunda-feira, 22 de janeiro de 2007
Ensaio Sobre A Lucidez.

domingo, 11 de junho de 2006
A Caverna
Uma pequena olaria vê a sua importância reduzida a cinzas com o aparecimento de um gigantesco centro comercial.Cipriano Algor é o dono da mesma mas recusa-se a aceitar que o negócio de família e também a tradição acabe assim, de um dia para o outro. A olaria dedicava-se à produção de estatuetas para enfeitar, e no fim da história as estatuetas, que não foram vendidas, são colocadas por Cipriano Algor à entrada da olaria.
No fundo esta história é mais uma entre muitas, infelizmente, que nós vemos no nosso dia a dia. Quantas lojas, cafés, mercearias, olarias e tantos outros fecharam porque foram engolidos pelo capitalismo; daí a alusão de José Saramago a uma caverna que nos enclausura.
Um abraço e bom Domingo,
Pedro Gonçalves.
Tags: José Saramago, A Caverna, Olaria.
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quinta-feira, 4 de maio de 2006
"As Intermitências da Morte."
José Saramago partindo de um pressuposto utópico, mas sustentado em parte na realidade, cria a teoria de um país aonde de repente as pessoas deixam de morrer. Na realidade ainda tal não é assim , mas as pessoas cada vez morrem mais tarde e alguns dos problemas que ele aborda no livro já começam a fazer parte do nosso quotidiano, como por exemplo a sustentação da Segurança Social. O sentido de humor e as pequenas alfinetadas à Igreja Católica também estão presentes, como não podia deixar de ser, sendo também interessante a análise à morte como algo que um dia baterá à nossa porta para nos levar. O livro começa e curiosamente também acaba assim: "No dia seguinte ninguém morreu."
Se quiserem adquirir o livro podem passar no site da Editorial Caminho.
Um Abraço,
Pedro Gonçalves.
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