quinta-feira, 4 de maio de 2006

"As Intermitências da Morte."



José Saramago partindo de um pressuposto utópico, mas sustentado em parte na realidade, cria a teoria de um país aonde de repente as pessoas deixam de morrer. Na realidade ainda tal não é assim , mas as pessoas cada vez morrem mais tarde e alguns dos problemas que ele aborda no livro já começam a fazer parte do nosso quotidiano, como por exemplo a sustentação da Segurança Social. O sentido de humor e as pequenas alfinetadas à Igreja Católica também estão presentes, como não podia deixar de ser, sendo também interessante a análise à morte como algo que um dia baterá à nossa porta para nos levar. O livro começa e curiosamente também acaba assim: "No dia seguinte ninguém morreu."


Se quiserem adquirir o livro podem passar no site da Editorial Caminho.


Um Abraço,


Pedro Gonçalves.


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3 comentários:

DE-PROPOSITO disse...

A NET 'rouba-me' tempo. Ultimamente tenho deixado a leitura para 2ºlugar. Coisas da vida.
Fica bem
Manuel

Mac Adame disse...

Não adquiro, pois já há muito o adquiri e o li. Como li quase todos daquele que, para mim, é o melhor escritor do mundo.

kathy disse...

ja li "memorial do convento", "ensaio sobre a cegueira"... Mas Saramago não é muito o meu forte...
mas vou seguir o teu conselho!