quinta-feira, 23 de abril de 2009

Governo aprova reforma do sistema de organização contabilística


O Governo aprovou, esta quinta-feira, uma reforma do sistema contabilístico nacional, que pretende aproximar as regras de contabilidade portuguesas às normas internacionais e que visa facilitar financiamentos externos às empresas nacionais e investimentos estrangeiros no país.
Jornalista Emídio Fernando apresenta algumas mudanças aprovadas pelo Governo no âmbito da reforma do sistema de organização contabilística


A partir de Janeiro de 2010, as empresas passam a usar códigos de contabilidade idênticos aos utilizados a nível internacional, no âmbito da reforma do sistema contabilístico nacional apresentada, esta quinta-feira, no final do Conselho de Ministros.

O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais explicou aos jornalistas que, com esta medida, «as empresas portuguesas podem passar a recorrer a financiamento externo sem terem necessidade de alterar estruturalmente toda a sua contabilidade para o padrão internacional».

Além disso, continuou, «as empresas estrangeiras que pretendam instalar-se em Portugal podem utilizar os seus critérios contabilísticos ao nível da consolidação empresarial».

Carlos Lobo acrescentou que, ao abrigo da reforma do sistema contabilístico, os investidores internacionais podem, «de uma forma mais transparente e perceptível» de acordo com os seu padrões, analisar as empresas portuguesas.

Com estas alterações, muda também o código do IRC, numa reforma de normas de contabilidade que o Governo considera histórica.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Semana Académica de Loulé

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Faltas dos Deputados às Reuniões...

« Não se paga aos deputados o suficiente para que sejam todos apenas profissionais. Quanto às justificações para as faltas, é verdade que a sexta-feira é, em si própria uma justificação, porque é véspera de fim-de-semana. Eu compreendo isso. Talvez esteja errado que as votações sejam à sexta-feira. Não julguemos também que ser deputado é uma escravatura, porque não é, nem pode ser. É preciso é arranjar horas para a votação que não sejam as horas em que normalmente seja mais difícil e mais penoso estar na Assembleia da República».

Os deputados ganham apenas 3708 euros de salário-base,mais 10% do salário para despesas de representação, entre outras regalias

Coisas engraçadas e bastante reveladoras do porquê da nossa política ser tão apetecida. Ver Inverbis

Para qualquer trabalhador, a sexta-feira é, em si própria uma justificação para faltar ao trabalho, aliás, acho que tal justificação está mesmo contemplada no novo código de trabalho.

Ser deputado não pode ser uma escravatura - escravatura é para os trabalhadores a recibos verdes, para os trabalhadores que acumulam horas em cima de horas sem a devida compensação, para os trabalhadores com horários tão flexíveis que não os conseguem conciliar com a vida familiar.

É, portanto, penoso estar na Assembleia da República à 6ªF...

Pois o Sr. Almeida Santos não se apercebe de quão penoso é para nós ouvir frases tão ofensivas para quem, de facto, trabalha.


VALIA-LHE MAIS ESTAR CALADO!!!

Que pena que eu tenho dos nossos políticos...levam uma vida tão penosa.

****************************

' Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'

Guerra Junqueiro, escrito em 1886

Via email.